Thayrine, ou simplesmente Thay. Nascida em 06.07.1995, canceriana, 1, 54 cm, moro com os meus pais e irmãos, e os amo mais que qualquer coisa nesse mundo. Curso o Segundo ano do Ensino Médio e vou cursar Direito na Universidade de Rondônia (UNIR). Sobre meu estado civil, atualmente estou namorando. E sou tão apaixonada por leitura quanto por chocolate. Eu sou loucamente apaixonada por Rosa e Lilás. Amo perfume, enlouqueço por sapatos, e piro por algumas roupas. Só uso o meu cabelo solto. Embora muito vaidosa, não gosto de maquiagem. Ou melhor, gostar, eu gosto. Mas se eu passo me dá espinhas. u.u' Mas um gloss rosa e um rímel transparente eu não dispenso. Não desgrudo do meu celular por nada, e adoro mensagens. Sou muito expressiva, e costumo fazer isso por palavras, escrita, ou lágrimas. Ciumenta, chorona, emotiva, possessiva, me magoo com muita facilidade, sou um tanto quanto mimada, uns me chamam de patricinha, um pouquinho manipuladora, muito romântica, guardo todas as coisas que por algum motivo me fez feliz, minhas lembranças são minha vida. E se não quer briga, sob hipótese alguma mexa nas minhas coisas, principalmente nas minhas agendas. Não curto ir pra festas, prefiro ficar em casa deitada, com o ar condicionado ligado, abraçada ao meu namorado no sofá assistindo filmes e coisas assim. Gosto de solidão e de ficar sozinha. Tenho ciúmes de absolutamente tudo. Me chamam de Thay, baixinha, pinguim para algumas amigas, pintora de rodapé, anã de jardim, coisinha pequenininha, pequena, pequenina, pequenininha e agora de patinha pelo namorado, por causa do bico que eu faço quando quero alguma coisa. Choro a toa, e se não choro, fico emburrada pelo resto do dia, sou muito sensível e costumo absorver os problemas a meu redor. Sou protetora, e muito, muito romântica. Meus amigos, minha vida. Não suporto traição, respeito acima de tudo. Amo receber carinho e quando passam a mão no meu cabelo. Me apego muito fácil ás coisas e pessoas. Sou apaixonada por cachorros, mas não gosto de gatos. Eu amo português, mas não suporto matemática. Gosto de cuidar, mimo demais. E tenho medo de perder as pessoas que amo. Sou sincera, quando penso alguma coisa, eu falo de algum jeito. Escondo o que estou sentindo com um grande sorriso, mas as lágrimas caem mesmo assim, e choro na frente de algumas pessoas. Não gosto de magoar, nem de ferir alguém, tanto que sofro muito por isso. Posso chorar por isso, mas prefiro ver as pessoas que eu amo sorrindo. Em momento algum me vejo vivendo coisas diferentes do que vivo hoje. E eu agradeço a Deus pela vida e pelas pessoas que tenho. Enfim, tem muita coisa que me diz respeito que não dá pra expressar aqui. E só pra finalizar: "O que é verdadeiro, volta. E quem tem que ficar, fica."
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Nos textos criados por mim, vão pedaços do meu coração. |-"Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa. Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera. Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é? A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar. Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera? E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.” - Caio Fernando Abreu
Ele: Promete que, se um dia acabarmos nos separando, daqui dez anos quando eu estiver no altar me casando com outra, você vai entrar pela porta da Igreja e vai fazer o maior escândalo me pedindo pra voltar?